SATANÁS USA A TELEVISÃO PARA MANCHAR E SILENCIAR A IGREJA EM MOÇAMBIQUE: PROFETA LITSURE LANÇA ALERTA URGENTE CONTRA A GANÂNCIA DE FAMA
Segundo o profeta, a expressão “estou a ir à televisão para defender o Reino de Deus” tem sido usada como cobertura para a ganância de visibilidade, likes e fama. “Fomos enviados a ganhar almas e não argumentos; fomos enviados a evangelizar e não a discutir com curandeiros; fomos enviados para libertar e não para lutar com certos convidados das televisões”, afirma.
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Em Moçambique, a Igreja enfrenta um ataque silencioso e sofisticado, orquestrado pelo reino das trevas, que se serve da comunicação social e da ambição de certos “servos” para distorcer a sua imagem e, a longo prazo, isolá-la. O alerta foi lançado pelo profeta Nataniel Litsure, que denuncia a forma como programas televisivos, inicialmente criados para debater o evangelho, se transformaram em arenas de polémica, agitação e negócio.
Segundo o profeta, a expressão “estou a ir à televisão para defender o Reino de Deus” tem sido usada como cobertura para a ganância de visibilidade, likes e fama. “Fomos enviados a ganhar almas e não argumentos; fomos enviados a evangelizar e não a discutir com curandeiros; fomos enviados para libertar e não para lutar com certos convidados das televisões”, afirma.
Litsure aponta o avivamento que se levanta no país — igrejas superlotadas, jovens a pregar com fervor, estádios cheios sem qualquer apoio externo e igrejas com canais próprios de televisão — como o alvo principal. O reino das trevas, ao ver este movimento, aproveitou a oportunidade para misturar luz e trevas no mesmo espaço, convidar indivíduos deturpados sem qualquer intenção de falar de Deus e alimentar a falta de ética ministerial.
“Satanás viu uma oportunidade e colocou a ambição de ‘likes’ e visualizações no coração do apresentador e dos convidados”, declara. Apresentadores corruptos e gananciosos, cuja única missão é viralizar e ganhar dinheiro, contribuem para manchar e distorcer a imagem da Igreja. Se a fasquia não for levantada, alerta o profeta, a Igreja será isolada e silenciada.
O apelo é claro: negar a existência de programas que usam o evangelho para fins comerciais e de audiência; orar pela conversão daqueles que se servem da televisão em busca de fama sob o pretexto de defender a fé. “Defender o evangelho não é discutir Escrituras. Não é tentar provar se estamos certos ou não. Defender o evangelho é demonstrar o seu poder através da conversão de almas perdidas” (Romanos 1:16).
Litsure ilustra a contradição com imagens bíblicas: “Imaginem Elias a discutir com os quatrocentos profetas de Baal e depois tirarem uma selfie. Imaginem Jesus a tentar provar se pode curar ou libertar pessoas. Imaginem Paulo, depois de pregar aos gentios, marcar uma luta com eles porque não conseguiu convencê-los.”
O profeta reconhece a existência de igrejas honestas e de servos sérios e dedicados em Moçambique. A estes deixa um aviso directo: “Servos de Deus, não aceitem ser usados pelas televisões. Vejam que quanto mais polémico te tornas, mais útil és para eles. Todos os que falam coisas com sentido não são convidados e nem lhes é dado espaço de antena.”
Recorda ainda que Jesus ficou famoso depois de regressar do deserto (Lucas 4:14). E termina com uma declaração de fé: “Iremos vencer essa guerra, e as portas do inferno não irão prevalecer contra a Igreja” (Mateus 16:18).
Por: Belton Raimundo Comê
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